quinta-feira, 10 de maio de 2012

Rugby

Rugby School
O rugby (râguebi em português) foi criado em 1823 por William Webb Ellis, um estudante da Rugby School. O jogo foi inventado quando ele jogava uma partida de futebol e pegou na bola com as mãos e saiu a correr do campo. Os seus amigos não ficaram parados e correram atrás dele, criando desta forma o espírito do jogo.



Termos técnicos

Passe: Os passes de mão para mão são permitidos apenas para trás. O passe em frente só é permitido com recurso ao pontapé.

Placagem ou "tackle": Método dos defesas interceptarem as jogadas de ataque da equipa contrária. O jogador placado tem de, obrigatóriamente largar a bola se estiver em contacto com o chão. Se o jogador não largar a bola sofre uma penalidade conhecida como "not releasing ball".

Ruck: Depois de uma placagem, os avançados e os defesas juntam-se tentando encontrar a bola. A bola não pode ser tocada com as mãos dentro do ruck, excepto pelo jogador placado que faz o movimento para libertar a bola. A bola pode ser recuperada pela defesa se o ruck não estiver bem formado e tiver uma abertura evidente para ser retirrada com as mãos. A entrada de um defesa deve ser efectuada de frente para os opositores e uma entrada deliberada de um dos lados dará lugar a uma penalidade. 

José, n.º 15, 5.º E e Vasco, n.º 25, 5.º E.

Andebol de praia


O ANDEBOL DE PRAIA é sem sombra de dúvida uma das modalidades desportivas mais preferidas pela juventude. Em consequência da grande variedade de gestos técnicos e soluções tácticas, aliadas à velocidade de execução, à alternância do marcador e ao sempre motivante factor golo, esta modalidade atinge o segundo lugar nas preferências da população nacional e o primeiro lugar no sector feminino. Segundo os Responsáveis da Comissão Nacional para o Andebol de Praia, a filosofia, do mesmo assenta essencialmente numa ligação muito estreita ao Andebol em si, preocupando-se em envolver nesta variante pessoas com responsabilidades Associativas bem como técnicos de pavilhão, na perspectiva de solidificar as bases desta variante, permitindo desta forma alargar os horizontes desta modalidade. Assim, existe a preocupação de o jogo obedecer o mais possível às regras universais do Andebol, permitindo assim uma maior identificação de jogadores, árbitros e público em geral.

De realçar a grande adesão de atletas, verificada não só nos Circuitos Nacionais já realizados, mas também nos muitos torneios efectuados ao longo da costa. Toda esta movimentação, tem feito redobrar o esforço dos agentes organizativos que todavia têm correspondido de forma exemplar. Por último, sendo os torneios bem como o Circuito Nacional provas abertas, a sua tendência evolutiva quer no sentido do lazer quer no sentido do rendimento, vai depender da divulgação, promoção da modalidade e da sensibilização de atletas, dirigentes de média ou alta competição.

André Barros, 6.º D, n.º 1

Natação




Natação é a capacidade do homem e de outros animais se deslocarem através de movimentos efectuados no meio líquido, geralmente sem ajuda artificial. A natação é uma actividade que pode ser simultaneamente útil e recreativa. As suas principais utilizações são recreativas, balneares, pesca, exercício e desporto.



A história da natação



A natação é conhecida desde a pré-história, o registo mais antigo sobre a natação remonta às pinturas rupestres de cerca de 7.000 anos atrás. As referências escritas remontam a 2000 a.c.. Algumas das primeiras referências estão incluídas em obras históricas como a Epopeia de Gilgamesh, a Ilíada, a Odisseia, a Bíblia (Ezequiel 47:5, Atos 27:42, Isaías 25:11), Beowulf, e outras sagas. No ano de 1538, Nikolaus Wynmann, um professor alemão de linguística, escreveu o primeiro livro sobre natação, “O Nadador ou o diálogo sobre a arte de Nadar” (Der Schwimmer oder ein Zwiegespräch über die Schwimmkunst). A natação de competição na Europa começou por volta do ano de 1800, na sua maioria utilizando o estilo bruços. Posteriormente, em 1873, John Arthur Trudgen, apresentou o estilo Trudgen, após ter copiado o estilo livres usado pelos Índios Nativos Norte-americanos, criando uma ligeira variante do mesmo. Devido ao repúdio dos britânicos pelos salpicos, Trudgen empregou a pernada de bruços no lugar do batimento de pernas convencional de livres. A natação fez parte dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna em 1896, em Atenas. Finalmente em 1902 Richard Cavill introduziu o estilo livres e em 1908, foi fundada a Federação Internacional de Natação (FINA). O estilo mariposa foi desenvolvido na década de 1930, que no início surgiu como uma variante do estilo de bruços, até que foi aceite como um estilo distinto, em 1952.


Modalidades


Existem 6 modalidades/disciplinas distintas na especialidade de natação.
  • Natação pura
  • Pólo aquático
  • Saltos para a água
  • Águas abertas
  • Natação sincronizada
  • Mergulho Aquático
Das quais, natação pura, pólo aquático e águas abertas, possuem a categoria Masters.

André Correia 6.ºD,  N.º1

terça-feira, 8 de maio de 2012

Ginástica rítmica - Desporto-arte


A ginástica rítmica, também conhecida como GRD ou ginástica rítmica desportiva, é uma ramificação da ginástica que possui infinitas possibilidades de movimentos corporais combinados aos elementos de ballet e dança teatral, realizados fluentemente em harmonia com a música e coordenados com o manejo dos aparelhos próprios desta modalidade olímpica, que são a corda, o arco, a bola, as maças e a fita. Praticada apenas por mulheres em nível de competição, tem ainda uma prática masculina surgida no Japão. Pode ser iniciada em média aos seis anos e não há idade limite para finalizar a prática, na qual se encontram competições individuais ou em conjunto. Os seus eventos são realizados sempre sobre um tablado e o tempo de realização varia entre 75 segundos, para as provas individuais, e 150 segundos, para as provas coletivas. A ginástica rítmica desenvolve harmonia, graça e beleza em movimentos criativos, traduzidos em expressões pessoais através da combinação musical e técnica, que transmite, acima de tudo, satisfação estética aos que assistem. A ginasta precisa ter graça, leveza, beleza e técnicas precisas nos movimentos para demonstrar harmonia e entrosamento com a música e/ou as companheiras, em um ambiente de expressão corporal contextualizada inclusive pelos sentimentos transmitidos através do corpo. Fisicamente, é função desta modalidade desenvolver o corpo na sua totalidade, por meio dos movimentos naturais aperfeiçoados pelo ritmo e pelas capacidades psicomotoras nos âmbitos físico, artístico e expressivo. Por essa reunião de característica, é chamada de desporto-arte.

História e evolução

Os primeiros estudos sobre a ginástica rítmica foram esboçados pelo pedagogo Jean-Jacques Rousseau, que, enquanto estudava sobre o papel da ginástica na educação física, descreveu o seu desenvolvimento técnico e prático na educação infantil. Mais adiante, Guts Muths, tido um dos pioneiros da ginástica em si voltada para o fortalecimento do indivíduo, a voltou também para a saúde. No entanto, apenas no século seguinte, o XIX, a modalidade realmente começou a enraizar-se. François Delsarte, foi o primeiro a lançar ideias a respeito da expressão de sentimentos pelos movimentos corporais. Mais tarde, Émile Jaques-Dalcroze iniciou a prática de exercícios rítmicos como meio de desenvolvimento da sensibilidade musical através dos movimentos do corpo. Desenvolveu ainda estudos dos quais obteve como resultado a relação harmónica dos movimentos com o equilíbrio e os estados do sistema nervoso central, chamados de sentimentos, o que gerou grande influência na formação das escolas de dança e um gradativo desempenho na educação física, pois esta ganhava um novo olhar e uma nova ramificação. Em seguida, um aluno de Dalcroze, Rudolf Bode, melhorou os movimentos, deixando-os mais naturais e integrais, também com o intuito de demonstrar, por intermédio dos movimentos, os estados emocionais do praticante. A isso, somou a utilização de aparelhos com o objetivo de ornamentar a apresentação e as características femininas, estabeleceu os princípios básicos da ginástica rítmica, seguidos ainda hoje, e tornou-se com isso o pai da modalidade. Estas teorias fundamentaram-se na contração e no relaxamento, as essências do movimento humano e do ritmo corporal, além de explorar as direções e planos em todas as suas possibilidades, que constituem a base da variação dos deslocamentos na ginástica rítmica atual. Introduziu ainda a expressão, marca desta ginástica, e o trabalho em grupos, que destaca a harmonia entre as participantes. Com o trabalho continuado, Isadora Duncan adaptou o sistema à dança, sua especialidade, retirou a ginástica rítmica de dentro da modalidade artística, para a qual deixou a musicalidade, e levou-a até à União Soviética, onde iniciou o ensino desta nova atividade como prática independente, incluídas as regras para competições. Lá, em 1942, foi realizado o primeiro evento competitivo: O Campeonato Nacional Soviético. Em paralelo ao trabalho de Duncan, na Alemanha, Heinrich Medau estudou os exercícios rítmicos daquela época e iniciou a elaboração e a introdução de aparelhos como a bola, as maças e o arco, considerado o primeiro passo para a utilização dos aparelhos nos exercícios femininos como se vê nas competições regidas pela FIG. Em 1961, foi apresentada a Federação Internacional de Ginástica. Dois anos depois, houve a realização do primeiro campeonato mundial, na cidade de Budapeste, com a participação de dez nações, na qual a soviética Ludmila Savinkova se sagrou como a primeira campeã. Apesar de começar e se enraizar como modalidade estritamente feminina, os seus criadores foram, em maioria, homens. Em 1975, através de decisão tomada em Assembleia Técnica do 53º Congresso da FIG, passou a ser chamada oficialmente de ginástica rítmica desportiva, regida então pela entidade. Em 1980, foi reconhecida pelo Comité Olímpico Internacional. Nesse mesmo ano, passou a ser chamada apenas de ginástica rítmica. Na Olimpíada seguinte, em 1984, em Los Angeles, passou a ser modalidade competitiva com eventos individuais. A partir dos Jogos de Atlanta, em 1996, passou a ser disputada em provas de conjunto.

André Correia, 6.ºD, N.º1.